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Correndo Atrás de um Pai

O filme Correndo atrás de um pai, dirigido por Lawrence Sher e estrelado pelos já conhecidos nomes da comédia, como Owen Wilson e Ed Helms, atende às expectativas. É um filme medíocre de comédia Hollywoodiana, que consegue arrancar risadas dos espectadores em alguns momentos, mas mantém a fórmula da comédia “pastelão”, perfeita para ser transmitida na Sessão da Tarde.

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O Destino de uma Nação

Filmes sobre guerra, quando não são sustentados por sequencias grandiosas com explosões e balés de aeronaves, são ocupadas com discursos motivacionais e lições sobre humanidade. Em “O Destino de Uma Nação” Joe Wright (Orgulho & Preconceito, 2005) foi a escolha perfeita para trabalhar uma história que tendia a ter um ritmo moroso e personagens superficiais.

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Jogos Mortais: Jigsaw

“Jogos mortais: Jigsaw” é o mais novo filme da franquia “Jogos Mortais”, sendo o oitavo dessa saga que parece não ter fim. O filme manteve a velha e batida fórmula dos outros filmes da série: pessoas confinadas em situações extremas de tortura e pressão psicológica, com aquela proposta presente em toda a franquia, de fazer pessoas confessarem culpa em situações pelas quais não foram devidamente responsabilizadas.

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Liga da Justiça

É normal diretores de sucesso serem reconhecidos por alguns de seus truques, tiques ou manias. Depois de um tempo, qualquer aficionado por cinema será capaz de reconhecer alguns. Liga da Justiça é um cabo de guerra entre 2 diretores que não poderiam ser mais diferentes. Acompanhem o raciocínio.

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Além da Morte

Você provavelmente tem sua opinião sobre o valor de remakes no cinema e em outras mídias. Eis aqui um que todos concordarão não ter valor algum. Tentando recriar “Linha Mortal” (Joel Schumacher, 1990), o diretor Niels Arden Oplev optou por focar num caminho tão diferente que se descaracterizou totalmente. Talvez por isso os distribuidores brasileiros tenham optado por um nome diferente.

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A Morte Te Dá Parabéns!

Mais uma vez podemos ver no filme “A Morte te da Parabéns”, a questão de “loops de repetição” temporais sendo retratada, dessa vez em uma trama de terror. Dirigido e escrito por Christopher B. Landon (Atividade Panormal 2, 3 e 4), o filme é pioneiro ao associar esse tema, já tão desgastado, com o gênero terror, e o faz de maneira bem leve, censura 14 anos.

Sem cenas de violência impactante ou desconfortáveis, o diretor aposta nos sustos, no mistério do que se passa com a “linha temporal” da protagonista e de quem é o vilão que a persegue durante o filme. Por isso o filme passa mais a ideia de suspense do que, de fato, de terror. O cenário explorado é um dos mais clássicos do gênero, o campus de uma faculdade estadunidense, e dá uma grande abertura para cenas cômicas, é bem possível, inclusive, que o espectador dê mais risadas do que tome sustos.

Além disso, a personagem deixa a desejar em empatia, o que faz com que o público não desenvolva muitos temores em relação à sua integridade e se ocupe mais em desvendar o mistério antes dela. A Morte te dá Parabéns é um filme bem leve, sem um discurso de várias camadas e muito bom para entreter, um ótimo blockbuster, além da atuação no mínimo convincente da protagonista, Jessica Rothe.

No entanto, tem um grande potencial desperdiçado. Os personagens da trama tal qual os ambientes são bem interessantes e, caso fossem melhor trabalhados e envolvidos por uma trama mais sólida e complexa, poderia ser um filme incrível. Dessa forma, ele se restringe ao entretenimento simples e fácil.

Além disso, o que é o ponto realmente negativo, o filme peca ao cair no clichê de construir uma “moral da história”, baseada no aprendizado da protagonista, gradualmente se tornado uma “pessoa melhor”. E considerando o público alvo do filme como jovens que gostam de filme de terror, e não como crianças ou pessoas com mais de 50 anos, esse provavelmente é um ponto de possível desagrado.

Por fim, embora tenha um potencial desperdiçado, o filme é suficiente para aquilo que se propõe a ser e apresentar. Acaba sendo, inclusive, um filme para toda a família, por não ter cenas realmente pesadas ou constrangedoras. É uma obra muito recomendável para quem quer assistir algo para se distrair e entreter, e talvez deva ser evitada por apreciadores de um cinema mais rebuscado.

6/10

Blade Runner 2049

Embora não tenha desfrutado de muito sucesso crítico e financeiro quando da época de seu lançamento, com os anos o “Blade Runner” original veio a adquirir um status cult igualado por pouquíssimo filmes, a ponto de ter sido relançado com cortes diferentes duas vezes, em 1992 e 2007 e ter uma sequência discutida há muitos, muitos anos.

Continuação esta que vem agora na forma de Blade Runner 2049, TRINTA E CINCO anos depois do original, pelas mãos do já renomado Denis Villeneuve e produzido pelo diretor do original, Ridley Scott.

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