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Sobre Kravis

Eu sou incrível. Oi, você é uma moça? Vamô conversar e ver se você anima de dar uns bjo?

Tempestade: Planeta em Fúria

É um fato amplamente conhecido por qualquer um com acesso a informação que desde a Revolução Industrial a raça humana tem agredido cada vez mais o planeta Terra.
E como qualquer realidade social ou econômica é sempre representada no cinema, é apenas natural que existam filmes que façam proveito destes cenários.

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A Morte Te Dá Parabéns!

Mais uma vez podemos ver no filme “A Morte te da Parabéns”, a questão de “loops de repetição” temporais sendo retratada, dessa vez em uma trama de terror. Dirigido e escrito por Christopher B. Landon (Atividade Panormal 2, 3 e 4), o filme é pioneiro ao associar esse tema, já tão desgastado, com o gênero terror, e o faz de maneira bem leve, censura 14 anos.

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Blade Runner 2049

Embora não tenha desfrutado de muito sucesso crítico e financeiro quando da época de seu lançamento, com os anos o “Blade Runner” original veio a adquirir um status cult igualado por pouquíssimo filmes, a ponto de ter sido relançado com cortes diferentes duas vezes, em 1992 e 2007 e ter uma sequência discutida há muitos, muitos anos.

Continuação esta que vem agora na forma de Blade Runner 2049, TRINTA E CINCO anos depois do original, pelas mãos do já renomado Denis Villeneuve e produzido pelo diretor do original, Ridley Scott.

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Mãe!

O filme “Mãe!”, de Darren Arenofsky, conhecido por filmes como “Requiem para um Sonho”, “Cisne Negro” e “O Lutador”, atende ao gênero suspense com terror psicológico, utilizando elementos surrealistas, levemente perturbadores e claustrofóbicos.

O filme conta com atuações ímpares de seus protagonistas, os aclamadíssimos Javier Bardem e Jennifer Lawrence. A história gira em torno da vida desse casal, que moram sozinhos em uma grande casa isolada. A vida desse casal, porém, começa a mudar drasticamente com uma visita inesperada.

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Em Ritmo de Fuga

Apenas a cena inicial de “Em Ritmo de Fuga” nos faz imaginar o que teria sido de “Homem-Formiga” se Edgar Wright, famoso pela trilogia Cornetto e Scott Pilgrim Contra o Mundo tivesse de fato dirigido o filme da Marvel.

Baby (Ansel Elgort) é um jovem que perdeu seus pais ainda jovem em um acidente de carro, no qual também adquiriu um ferimento no ouvido que gera um constante zumbido intermitente, razão pela qual está quase sempre ouvindo músicas, (embora isso seja o contrário do que na realidade é recomendável, mas quem se importa, não é?) já que isto “abafa” seu incômodo.

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50 Tons Mais Escuros

Por Juliana Umbelino

50 Tons Mais Escuros: o segundo filme da franquia ainda não convenceu.

Com atuações duvidosas e dignas de emocionar uma parede, o segundo filme da franquia 50 tons de cinza surge na tela com a expectativa criada pelo trailer com a (já) famosa cena do elevador. Acontece que o filme prometeu, prometeu e não cumpriu. A trama continua muito fraca, sempre em torno dos dramas do bilionário bonitão e sádico (como ele mesmo se definiu) Cristian Grey e a agora assistente de um editor, Anastasia.

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Anjos da Noite: Guerras de Sangue

Enquanto os dois primeiros “Anjos da Noite” são fortemente focados em dois centros narrativos simultâneos, um sendo o infindável conflito entre vampiros e lobisomens e o outro sendo o surgimento e o desenvolvimento do romance entre Selene, uma assassina vampira e Michael, um humano que se descobre muito mais do que isso em meio ao conflito, o terceiro é um prequel que mostra a origem do conflito entre as duas raças séculos antes dos eventos dos anteriores.

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