Missão: Impossível – Nação Secreta

E mais uma vez a dupla Lalo Schifrin e Ethan Hunt se unem para uma absurda sequência de ação muito bem acompanhada por um clássico tema musical inesquecível em Missão Impossível- Nação Secreta.

Dirigido e roteirizado por Christopher McQuarrie (Os Suspeitos, 1995. Roteiro) trás novamente Ethan Hunt (Tom Cruise) como um procurado pela sua própria agência, agindo com a ajuda de um pequeno grupo de amigos, os únicos em quem pode confiar (basicamente a mesma trama de todos os outros), mas o carisma de Cruise e sua vontade de ser Ethan Hunt é o que tornam a franquia Missão Impossível ainda tão espetacular.

Dessa vez Hunt irá perseguir o perigoso grupo de ex-agentes renegados da IMF que andam cometendo atos terroristas além de matar agentes em potencial que possam descobri-los. Conhecidos como “O sindicato”, cabem a Hunt junto com Benji Dunn (Simon Pegg) William Brandt (Jeremy Renner) Luther Stickell (Ving Rhames) e a agente dupla Ilsa Faust (Rebecca Ferguson) acharem o vilão Solomon Lane (Sean Harris).

Apesar da trama sempre galhofa Missão Impossível consegue os melhores diretores que conseguem fazer o projeto ser levado a sério, já passaram pela direção nomes como Brian De Palma, John Woo, J.J Abrams, Brad Bird e agora o encarrego foi Christopher McQuarrie que não fez feio e dirigiu com precisão todas as sequencias de ação, onde a atmosfera fica tão real que se torna uma experiência agonizante acompanhar os momentos em que Ethan precisa correr contra o tempo.

Nem tudo são ouros, MI peca terrivelmente em colocar um vilão que nem de longe representa a ameaça que devia, tornando assim a missão de Ethan, como diz Beji “difícil, mas não impossível”. Mas, se por um lado o vilão deixa a desejar, não se pode dizer o mesmo da agente dupla Ilsa Faust que sensualiza e engana com perfeição.

Missão impossível 5 parece ser o filme mais rápido da franquia, talvez por conter todos os elementos repetitivos dos outros 4 filmes ou pelo fato de que ele não perde tempo em nada que não seja necessário para trama, o que é bom, mas deixa dois personagens (Brandt e Luther) totalmente perdidos e sem função o que acaba sendo uma decepção, mas não tira a diversão do filme.

7/10

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