Um Santo Vizinho

Na sua estreia como diretor Theodore Melfi não se arrisca muito ao tentar mostrar seu potencial, e apresenta uma trama rasa, de poucos risos, mas que não decepciona.

O beberrão e mal educado Vincent (Bill Murray) não faz nada da vida além de apostar em cavalos e passar breves momentos com a prostituta Daka (Naomi Watts), falido e na mira dos cobradores, Vincent acaba virando babá do garoto Oliver (Jaeden Lieberher) e com o pouco que ganha, mantém seus vícios e arrasta o menino para dentro de suas jornadas.

Parece que estamos na era dos jovens adultos badass, primeiro com Michael Douglas em Um Amor de Vizinha (2014) e agora Murray, saindo de suas zonas de conforto para entrando numa onda filme família onde todos aprender lições de moral e bons costumes que estamos cansados de ver.

Mas como já dito, Um Santo Vizinho não é um filme que decepciona, apesar de não nos apresentar nada de novo, o carisma de Murray e os momentos com Naomi Watts forçando sotaque russo são impagáveis, a atuação do prodígio gera bastante sensibilidade, não é difícil torcer por ele. Um Santo Vizinho resgata uma nostalgia oitentista da cumplicidade entre as crianças e os adultos, onde uma rivalidade pode se tornar uma grande amizade de uma hora pra outra, e todos se reúnem para celebrar, e nisso o filme cumpriu seu papel.

4/10

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