A Cura

Misture Hoawrd P. Lovecraft com A casa da Colina e temos A Cura, marcando o retorno de Gore Verbinski após o fracasso de O Cavaleiro Solitário (2014).

Ambientado nos dias atuais, mas com um designer de produção que remete há algumas décadas passadas, “A Cura” nos transporta para um spa no topo de uma montanha, onde os ricos empresários vão em busca de uma misteriosa fonte de cura para seus males. O jovem Lockhart (Dane DeHaan) é incumbido de resgatar seu chefe que havia partido em busca da cura e decidido não mais voltar para o mundo dos negócios. Devido a um acidente, Lockhart acaba se machucando e se tornando um hóspede do lugar. Aos poucos ele vai montando um quebra-cabeças que irá revelar os segredos sombrios que o lugar guarda.

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John Wick: Um Novo Dia Para Matar

O homem, a lenda, o mito o bicho papão retorna triunfante e agora aquecido para o round dos rounds.

Ninguém esperava que o primeiro Jonh Wick fosse um grande sucesso, apesar da história tocante e do retorno de uma estrela, não era nada de diferente do que Liam Neeson havia feito nos últimos anos.
Mas devido a seu sucesso, uma sequência foi prontamente providenciada e esta pode se encaixar na lista das continuações que são melhores que o original.

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LEGO Batman: O Filme

O universo compartilhado que as pecinhas machucadoras de pé criadas em 1939 pelo grupo Lego da Dinamarca é vasto, e já se expande por TV, video games e cinema afora há um bom tempo.
Em 2014 tivemos o primeiro filme “pra valer”, e lá, várias franquias se digladiavam pela atenção dos telespectadores enquanto se desenrolava a aventura de Emmet Brickowski. Em particular, um dos personagens reclamou por não ser o foco das atenções,  o astro do filme da vez, O Batman. Eis que 3 anos depois, ele finalmente recebe um filme Lego próprio.

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50 Tons Mais Escuros

Por Juliana Umbelino

50 Tons Mais Escuros: o segundo filme da franquia ainda não convenceu.

Com atuações duvidosas e dignas de emocionar uma parede, o segundo filme da franquia 50 tons de cinza surge na tela com a expectativa criada pelo trailer com a (já) famosa cena do elevador. Acontece que o filme prometeu, prometeu e não cumpriu. A trama continua muito fraca, sempre em torno dos dramas do bilionário bonitão e sádico (como ele mesmo se definiu) Cristian Grey e a agora assistente de um editor, Anastasia.

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O Chamado 3

Há 12 anos chegava no ocidente um dos filmes que daria início a inúmeras correntes em redes sociais.
Dirigido por Gore Verbinski, “O Chamado” contava a história de uma fita VHS que poderia cair nas mãos de qualquer um e quem a assistisse recebia um telefonema dizendo “sete dias” e sete dias depois a pessoa morria. E certamente houveram inúmeros relatos de pessoas que diziam que seu telefone também tocava assim que terminava o trecho do filme que mostarava o infame “vídeo”.

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Estrelas Além do Tempo

por Fábio de Carvalho

Estrelas do Tempo está situado em um momento da cinematografia estadunidense de complexidade e contradição política. A eleição de Donald Trump como presidente coloca dúvidas angustiantes a cerca do futuro do país, por sua politicagem de segregação e nacionalismo exacerbado. Mas é também tempo da expansão dos discursos ideológicos que tem o privilégio de chegar as grandes premiações e gerar reconhecimento da crítica e do público. É o caso do filme ao qual nos referimos, por seu valor histórico e pelas mulheres envolvidas no processo.

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Resident Evil 6: O Capítulo Final

A franquia mais detestada entre os fãs de game retorna em seu “capítulo final” mostrando aos críticos que lá no fundo eles desejavam ver um desfecho para Alice.

Em 2002 o diretor Paul W.S. Anderson (Mortal Kombat, 1995) resolveu tomar para si o título de um jogo que viria a se tornar um dos maiores nomes do survival horror, nascia então Resident Evil – O Hóspede Maldito, um filme cheio de ação desenfreada, uma linda e badass protagonista e zumbis monstruosos, tudo o que os fãs sonharam, exceto que a história do filme não tinha conexão direta com o game, não existe Alice (Mila Jovovich) no jogo, mas ela é a principal do filme, enquanto Ada Wong, Jil Valentine e até mesmo Leon S. kennedy que são personagens principais na trama, nos filmes são apenas coadjuvantes mal caracterizados que apenas seguem a narrativa conduzida por Alice.

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