Teaser: Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força

Quase cinco meses depois daquele provocante primeiro teaser de “O Despertar da Força”, sai um segundo teaser, ainda não um trailer, do Episódio 7!
Dessa vez com o dobro da duração do primeiro e com… Han Solo e Chewbacca!
Os dois primeiros personagens da trilogia clássica a aparecerem!
Assiste aí essa porra já que já fez muito marmanjo chorar hoje!

 

Vício Inerente

por Fábio de Carvalho

O cinema de Paul Thomas Anderson tomou com o passar dos anos um teor progressivamente abstrato de narrativa. Filmes como Sangue Negro e O Mestre revelam um diretor extremamente capaz e seguro da condução de suas cenas, além de uma habilidade notável de explorar a psique de alguns dos personagens mais profundos do cinema contemporâneo. A decisão de transportar a tela do cinema a obra de um autor como Thomas Pynchon é de uma ambição imensa, e sou levado a crer que o filme que conseguimos, embora não seja perfeito, é uma realização notável.

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Velozes e Furiosos 7


Por Alice Lapertosa

“Velozes e Furiosos 7” começa cheio de referências aos anteriores da franquia. Brian O’Conner (Paul Walker) tenta se adaptar à nova vida familiar com sua esposa Mia (Jordana Brewster) e o filho; Dominic Toretto (Vin Diesel) tenta ajudar Letty (Michelle Rodriguez) a recuperar a memória perdida após a tentativa de assassinato (“Velozes e Furiosos 4”, 2009). Eles são perturbados por Deckard Shaw (Jason Statham), que pretende vingar a morte do irmão Owen Shaw (Luke Evans, de “Velozes e Furiosos 6”, 2013). Após uma rápida visita ao agente Hobbs (Dwayne Johnson, de “Velozes e Furiosos 5: operação Rio”, 2011 e “Velozes e Furiosos 6”, 2013), Dominic passa pelo japão – cenário do terceiro filme (“Velozes e Furiosos: desafio em Tóquio”, 2006), depois viaja pelo mundo com sua equipe formada para resgatar a hacker Ramsey (Nathalie Emmanuel), única que sabe onde encontrar um programa que consegue acessar as informações de quaisquer dispositivos digitais e localizar Deckard.

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Ponte Aérea

O filme retrata um período da vida de Amanda (Letícia Colin), que vive em São Paulo e de Bruno (Caio Blat), artista carioca. Os dois se encontram em um hotel durante a madrugada e depois de um breve diálogo acabam indo parar no quarto de Amanda.

Apesar dos estereótipos parecerem os mais clichês do universo, acaba dando muito certa essa mistura nas telonas. A trama inclusive mostra o amadurecimento precoce da mulher em relação ao homem, que mesmo com as obrigações da vida chegando costumam ter dificuldades de encarar as mudanças necessárias.

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Mapas para as Estrelas


Por Fábio de Carvalho P.

David Cronemberg talvez seja um dos diretores mais fascinantes a adentrar no território hollywoodiano. Mapas para as Estrelas é um filme hollywoodiano no sentido mais esquizofrênico da palavra. E mais importante do que isso talvez, é um filme sobre filmes. Um filme sobre filmes não é nada novo. Mapas para as Estrelas não é nada novo. Mas seu ar quase de tragédia grega é inegavelmente fascinante. A conclusão do filme, de poderoso poder simbólico, talvez seja um ode a tudo que hollywood um dia almejou representar. Os personagens caricatos, e ainda assim verdadeiros, do roteiro são meras percepções, meros esboços. E não seria assim que enxergarmos os humanos que habitam esse mundo bizarro?

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O Sétimo Filho

Baseado na obra “O Caça- Feitiço” de (Joseph Delaney) O Sétimo Filho é mais uma das tentativas falhas de se adaptar Best Sellers fantásticos para o cinema com intuito de fazer com que o último livro seja dividido em dois filmes.

A trama narra à aventura do Caça-Feitiço John Gregory (Jeff Bridges) que precisa enfrentar uma antiga ameaça à feiticeira Malkin (Julianne Moore) que matou o aprendiz de Gregory e ameaça envolver o mundo em trevas. John agora precisa treinar um novo aprendiz: o sétimo filho de um sétimo filho Thomas Ward (Ben Barnes) e juntos, derrotarem a ameaça.

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Golpe Duplo

Nada é mais atrativo no cinema do que um anti-herói, alguém que pisa nas leis da moral e bons costumes, que não daria a própria vida pra salvar a do próximo e não liga para a gravidade da situação desde que consiga sair dela com algo de valor conquistado. Anti-heróis podem ser tão charmosos quanto depressivos, o custo que a vida lhes pede em troca de sua maneira antissocial de ser. Ser um Anti-herói é algo que ninguém deveria querer, mas se pudessem a tentação seria grande demais.

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