Caça-Fantasmas

Se alguma coisa estranha acontecer no cinema enquanto você assiste a um reboot, não chame os caça-fantasmas, pois é só mais um fã puritano reclamando a unicidade de sua obra. Mas pra quem não têm medo de fantasmas, o novo caça-fantasmas de Paul Feig nos garante um filme engraçado e que não está ai para tomar o espaço do clássico oitentista.

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Independence Day: O Ressurgimento

O diretor Roland Emmerich já nos proporcionou horas de diversão e o que parecem ser dias de tortura, tudo isso usando de seu poder principal: a capacidade de provocar catástrofes. E mesmo que ninguém peça lá esta ele pronto para destruir a casa branca mais uma vez, e se reclamarem, alguma pirâmide do Egito.

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As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras

Novamente os quatro irmãos renascentistas precisam arriscar seu anonimato para salvar o mundo das garras do Destruidor.

Não tão deplorável quanto seu anterior, mas ainda longe de ser uma obra de arte, As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras consegue resgatar a alma do desenho: é divertido, alucinante, cheio de combate com armas e algumas dancinhas e têm sua inteira gama de vilões com uma roupagem muito bem representada, e ainda sim consegue estragar tudo por conta de uma ameaça megalomaníaca chamada Michael Bay.

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Invocação do Mal 2

Mais um terror que usa o artifício barato de ser “baseado numa história real” cheio de sustos gratuitos, personagens idiotas, sons que antecedem o que a cena e é claro, um gancho para outra história. Talvez a maioria de nós estejamos cansados disso, mas e quando esses clichês funcionam?

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Truque de Mestre: O 2º Ato

E mais uma vez os “Quatro Cavaleiros” são convocados novamente para realizarem o roubo impossível do ano e escaparem da mira de seus arqui-inimigos, e ainda que ninguém tenha esperado tal retorno, eles aparecem e desaparecem sem trazer nada de novo na sua vida, assim como um truque de mágica.

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Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos

Por mais cético que você possa ser há de convir que existe algo de muito errado com as adaptações de games para o cinema, nenhuma delas, talvez com exceção de Mortal Kombat (1995) alcançou um sucesso de público e crítica que chegasse perto dos games nos quais foram baseados. Warcraft veio com a proposta de mudar isso ao colocar um bom diretor e fã da série que é Duncan Jones, para adaptar um game com uma trama épica onde tudo o que você (espectador) consegue ver diante da tela é uma porção de “bonequinhos” andando pra lá e pra cá soltando luzes e batendo nas coisas para um filme onde há uma porção de “bonequinhos” pra lá e pra cá soltando luzes e batendo nas coisas, mas com os gráficos no Full.

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Jogo do Dinheiro

Nunca é tarde pra se arrepender por julgar pelas aparências. O novo filme da diretora Jodie Foster apresenta uma premissa já batida com atores populares cujo único objetivo ao que parece, é ganhar dinheiro fácil vendendo um dramalhão. Mas não, o Jogo do Dinheiro oferece uma cobertura de clichês com um recheio de personagens bem posicionados e quase bem desenvolvidos.

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